Basta!
Chega! Não agüento mais! Chega desse lixo! Chega dessa merda!
Não agüento mais! Chega! Chega!
Tanto desengano, tanto choro, tanta merda, merda...
Por favor, chega! To no meu limite de angústia, de medo...
Só sobram sopros e lufadas de nada!
Chega de perder! Chega de ganhar rugas e dores!
Basta! Chega!
Chega de punhaladas de lâminas frias! De facas sem corte!
Chega de desespero, chega de dor!
Pelo amor de Deus! Pára!
Me deixa em paz! Quero viver! Vai embora! Sai daqui!
Chega de sobras! Chega de restos cuspidos! Chega de migalhas!
Chega de amores maltrapilhos e paixões rasgadas!
Chega de corações dilacerados e corpos a míngua...
Chega de um corpo surrado, de um corpo doente!
Chega!
Chega de um ser vazio, incompleto, machucado...
Chega!
Chega de pena! Chega de dó!
Chega de achar que não merece, que não foi feito pra isso!
Pára! Por favor!
Chega de espezinhar, de ferir, de matar, de morrer!
Não quero mais matar! Não quero mais morrer!
Não quero mais me sentir assim! Não mais! Nunca mais!
Me deixe ir! Me deixe voltar!
Devolva! Devolva meu coração!
Quero um ser inteiro, não quero mais metades!
Joga fora! Solte meus pulsos! Desacorrente minha alma!
Quero viver!
Chega!
Chega!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Sou um clown diário
Com urgência de vida
Um palhaço que ri e algumas vezes chora!
Mas não... Não chore palhaço!
Você tem sorrisos pra arrancar, dias bonitos pra fazer.
Sou um palhaço alegre, sarcástico, pateta, palhaço...
Um palhaço deslumbrado com coisas pequenas que parecem sem graça aos olhos de muitos
Um palhaço que muitas vezes não usa maquiagem, nem nariz
Outras que usa, batom, sombra nos olhos, e salto alto...
E outras ainda, que usa pancake branco, roupas coloridas, um grande nariz e outros nomes
Sou um palhaço num mundo de fúria
No meu mundo, no dos outros e no de todos
Um palhaço que busca ajudar, mas nem sempre faz a coisa certa
Mas o que é certo? Quem definiu o que é certo?
Seja lá o que for, não foi um acordo comum.
Um palhaço que ainda vai se tornar o que se quer ser
Mesmo que algumas pessoas se incomodem com a minha alegria
Eu a faço de bom de grado e peito aberto
Um palhaço que se questiona sobre fazer o bem, sobre querer bem
Um palhaço que muitas vezes não quer ser palhaço, quer ser apenas mulher
Mas então descobre que ser palhaço é o que a deixa mais feliz!
Que não importa se é palhaço ou se é mulher
Que importa é ser os dois! Ás vezes junto, ás vezes separado...
“Que um sorriso gasta menos energia e dá mais luz”
“Que a cada mil lágrimas, nasce um milagre”
“Que ser feliz custa tão pouco, que nem se quer nos damos conta”
Um palhaço que emerge e sucumbi
Mas que nunca deixará de ser um palhaço! Um palhaço-mulher!
Com urgência de vida
Um palhaço que ri e algumas vezes chora!
Mas não... Não chore palhaço!
Você tem sorrisos pra arrancar, dias bonitos pra fazer.
Sou um palhaço alegre, sarcástico, pateta, palhaço...
Um palhaço deslumbrado com coisas pequenas que parecem sem graça aos olhos de muitos
Um palhaço que muitas vezes não usa maquiagem, nem nariz
Outras que usa, batom, sombra nos olhos, e salto alto...
E outras ainda, que usa pancake branco, roupas coloridas, um grande nariz e outros nomes
Sou um palhaço num mundo de fúria
No meu mundo, no dos outros e no de todos
Um palhaço que busca ajudar, mas nem sempre faz a coisa certa
Mas o que é certo? Quem definiu o que é certo?
Seja lá o que for, não foi um acordo comum.
Um palhaço que ainda vai se tornar o que se quer ser
Mesmo que algumas pessoas se incomodem com a minha alegria
Eu a faço de bom de grado e peito aberto
Um palhaço que se questiona sobre fazer o bem, sobre querer bem
Um palhaço que muitas vezes não quer ser palhaço, quer ser apenas mulher
Mas então descobre que ser palhaço é o que a deixa mais feliz!
Que não importa se é palhaço ou se é mulher
Que importa é ser os dois! Ás vezes junto, ás vezes separado...
“Que um sorriso gasta menos energia e dá mais luz”
“Que a cada mil lágrimas, nasce um milagre”
“Que ser feliz custa tão pouco, que nem se quer nos damos conta”
Um palhaço que emerge e sucumbi
Mas que nunca deixará de ser um palhaço! Um palhaço-mulher!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
o sol não aparece há dias
uma bela flor no vaso
um chinelo perto da lareira
uma bela flor no vaso
um chinelo perto da lareira
um cello repousa na capa
logo ela desce as escadas
a elegância da manhã que ela veste
o som da água faz ela sonhar
acordada por uma nuvem de vapor
ela põe seus sonhos num copo
uma colher de açucar adoça tudo
a elegância da manhã que ela veste
o som da água faz ela sonhar
acordada por uma nuvem de vapor
ela põe seus sonhos num copo
uma colher de açucar adoça tudo
e ela luta por sua vida
enquanto coloca o casaco
e ela luta por sua vida no trem
ela olha a chuva enquanto ela cai
e ela luta por sua vida
quando entra na loja
com um pensamento em um assunto que a pegou, ela paga pelo pão e se vai
enquanto coloca o casaco
e ela luta por sua vida no trem
ela olha a chuva enquanto ela cai
e ela luta por sua vida
quando entra na loja
com um pensamento em um assunto que a pegou, ela paga pelo pão e se vai
o sol não aparece há dias
uma melodia de inverno que ela toca
o trovão faz ela pensar
ela ouve um barulho atrás do portão
talvez uma carta com uma pomba
talvez um estranho q ela possa amar...
uma melodia de inverno que ela toca
o trovão faz ela pensar
ela ouve um barulho atrás do portão
talvez uma carta com uma pomba
talvez um estranho q ela possa amar...
oren lavie- her morning elegance
Valeu Kléber!!!
Cansaço
Ando cansada das pessoas... Pessoas que pouco ou nada tem na cabeça...
Cansada da podridão, da hipocrisia, da maledicência, da mediocridade...
Cansada de ver pessoas que atrapalham a evolução das espécie...
Cansada de vampiros, de oportunistas...
Cansada de preconceito, de segregação...
Ando tão cansada que me sinto enjoada...
Quero vomitar todo o nojo que sinto, todo o asco, todo o pus preso na garganta...
Cansei de pessoas que só fazem peso no mundo...
Cansada de pessoas feias, que cospem podridão por onde passam...
Que só carregam discórdia, raiva, doenças...
Ando cansada de ter dó, de sentir pena da minha própria raça...
Cansada de pessoas cegas, burras, pessoas que julgam que o mundo é cruel, sem perceber que são elas que fazem mal, que poluem o mundo, que magoam, que chutam, que cospem...
Cansada de saber que essas pessoas me fazem mal, me deixam triste...
Cansada de saber que por mais que eu queira, eu não posso fazer nada por elas...
Cansada de saber que sinto culpa por não poder fazer NADA!!!
Um homem sábio disse:“O mundo não suporta vítimas”.
Sinto-me feliz por saber que ainda existem pessoas boas!
Cansada da podridão, da hipocrisia, da maledicência, da mediocridade...
Cansada de ver pessoas que atrapalham a evolução das espécie...
Cansada de vampiros, de oportunistas...
Cansada de preconceito, de segregação...
Ando tão cansada que me sinto enjoada...
Quero vomitar todo o nojo que sinto, todo o asco, todo o pus preso na garganta...
Cansei de pessoas que só fazem peso no mundo...
Cansada de pessoas feias, que cospem podridão por onde passam...
Que só carregam discórdia, raiva, doenças...
Ando cansada de ter dó, de sentir pena da minha própria raça...
Cansada de pessoas cegas, burras, pessoas que julgam que o mundo é cruel, sem perceber que são elas que fazem mal, que poluem o mundo, que magoam, que chutam, que cospem...
Cansada de saber que essas pessoas me fazem mal, me deixam triste...
Cansada de saber que por mais que eu queira, eu não posso fazer nada por elas...
Cansada de saber que sinto culpa por não poder fazer NADA!!!
Um homem sábio disse:“O mundo não suporta vítimas”.
Sinto-me feliz por saber que ainda existem pessoas boas!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Quero rasgar tua carne com dentes e unhas...
Mastigá-la e engoli-la...
Cada pedaço de carne, de pele...
Te fazer sangrar tudo aquilo que já me fez...
Quero olhar nos teus olhos com a tua carne dilacerada...
Sem piedade, sem compaixão ou clemência...
Quero te fazer sentir a dor que sinto por dentro...
Sentir o medo que tenho de perder a vida...
O medo de te perder... Pra sempre...
Quero ver teu sofrimento assim como foi o meu...
Sem dó, pois de mim, não teve...
E dizer no seu ouvido: Sofra...
Mentira! Isso é tudo mentira!
È só orgulho barato, ego idiota!
É balela, bobagem, besteira...
A mais imbecil mentira, a mais falsa mentira....
Meu verdadeiro sentimento, é muito maior que isso...
É maior do que podemos supor...
Maior que eu, maior que você...
Maior que eu e você... Juntos ou separados...
O que sinto por você é....
Mastigá-la e engoli-la...
Cada pedaço de carne, de pele...
Te fazer sangrar tudo aquilo que já me fez...
Quero olhar nos teus olhos com a tua carne dilacerada...
Sem piedade, sem compaixão ou clemência...
Quero te fazer sentir a dor que sinto por dentro...
Sentir o medo que tenho de perder a vida...
O medo de te perder... Pra sempre...
Quero ver teu sofrimento assim como foi o meu...
Sem dó, pois de mim, não teve...
E dizer no seu ouvido: Sofra...
Mentira! Isso é tudo mentira!
È só orgulho barato, ego idiota!
É balela, bobagem, besteira...
A mais imbecil mentira, a mais falsa mentira....
Meu verdadeiro sentimento, é muito maior que isso...
É maior do que podemos supor...
Maior que eu, maior que você...
Maior que eu e você... Juntos ou separados...
O que sinto por você é....
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Sussurrando frases pra um único ouvido ouvir...
A noite escura gélida que cai sobre minhas costas...
Presas e garras a meia luz...
Gemidos suspensos no ar...
A folia do prazer instantâneo...
O prazer da dor...
A branca lua que faz meu coração pulsar...
E meus olhos sangrarem...
É frio... E é calor...
Gelada que ferve...
Sangue que cai e queima a pele...
Saliva doce...
Corpo trêmulo...
Vontade que não quer ir embora...
A noite escura gélida que cai sobre minhas costas...
Presas e garras a meia luz...
Gemidos suspensos no ar...
A folia do prazer instantâneo...
O prazer da dor...
A branca lua que faz meu coração pulsar...
E meus olhos sangrarem...
É frio... E é calor...
Gelada que ferve...
Sangue que cai e queima a pele...
Saliva doce...
Corpo trêmulo...
Vontade que não quer ir embora...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Anjo poeta, poeta anjo...
Em ti algo explode, pulsa, talvez até sangra...
É uma força que impulsiona as tuas palavras e me bate na cara...
Sinto tuas feridas tão próximas das minhas...
Mas com mais cor, mais sabor...
Tão longe... Tão perto...
Uma alma inquieta que se alimenta de poesia própria deixando a minha alma inquieta e por vezes calada...
Em ti algo explode, pulsa, talvez até sangra...
É uma força que impulsiona as tuas palavras e me bate na cara...
Sinto tuas feridas tão próximas das minhas...
Mas com mais cor, mais sabor...
Tão longe... Tão perto...
Uma alma inquieta que se alimenta de poesia própria deixando a minha alma inquieta e por vezes calada...
Me causas medo...
Sobre ti há muito que dizer, mas há mais o que pensar...
Dizer, não sei mais, és inenarrável...
Sobre ti há muito que dizer, mas há mais o que pensar...
Dizer, não sei mais, és inenarrável...
Sobre Lucas de Oliveira
Entra macio e desliza cálido...
Esboça um sorriso com uma destreza que é só sua...
Tens brilho de homem no olhar...
Que também é suave, quase irreal...
Encosta quase todo o rosto no travesseiro colorido e finge que dorme...
Pensa que não sinto os pensamentos embaralhados na cabeça...
Mas por alguns momentos eles se esvaem pra algo mais sublime...
Aperta forte... Tenta parar.. O ar sai socado do peito pela boca... Explode...
Silêncio...
Respira...
Entrelaçam-se as pernas e os braços, descansa...
Os fios dos cabelos correm pelos dedos...
A carne branca e morena é que dão luz ao espaço...
Fecham-se os olhos, por mais que se pense nada a memória guarda...
O que se pensou pouco importa agora...
O relógio parou... Pelo menos a um milésimo de segundo atrás...
Parado... Eterno...
Esboça um sorriso com uma destreza que é só sua...
Tens brilho de homem no olhar...
Que também é suave, quase irreal...
Encosta quase todo o rosto no travesseiro colorido e finge que dorme...
Pensa que não sinto os pensamentos embaralhados na cabeça...
Mas por alguns momentos eles se esvaem pra algo mais sublime...
Aperta forte... Tenta parar.. O ar sai socado do peito pela boca... Explode...
Silêncio...
Respira...
Entrelaçam-se as pernas e os braços, descansa...
Os fios dos cabelos correm pelos dedos...
A carne branca e morena é que dão luz ao espaço...
Fecham-se os olhos, por mais que se pense nada a memória guarda...
O que se pensou pouco importa agora...
O relógio parou... Pelo menos a um milésimo de segundo atrás...
Parado... Eterno...
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Chega mais perto...
Vem pra cá...
Não tenha medo de seguir pelo caminho...
Ele é escuro eu sei, mas estando de mãos dadas tem mais luz...
Se arrisque de novo...
Olhe nos meus olhos e veja tudo o que ele reflete...
Sinta meu corpo e roube o calor...
Deite sua cabeça no meu ombro e descanse da vida...
Tire os seus pés do chão por apenas um segundo...
Escute a minha voz com atenção...
Falada, cantada, sussurrada ou gritada...
Te seguro nos braços, pois preciso que me segure nos teus...
Deixa entrar... Deixa viver...
Inspirado por "Série Cores: Vermelho" de Paty Augusto
Vem pra cá...
Não tenha medo de seguir pelo caminho...
Ele é escuro eu sei, mas estando de mãos dadas tem mais luz...
Se arrisque de novo...
Olhe nos meus olhos e veja tudo o que ele reflete...
Sinta meu corpo e roube o calor...
Deite sua cabeça no meu ombro e descanse da vida...
Tire os seus pés do chão por apenas um segundo...
Escute a minha voz com atenção...
Falada, cantada, sussurrada ou gritada...
Te seguro nos braços, pois preciso que me segure nos teus...
Deixa entrar... Deixa viver...
Inspirado por "Série Cores: Vermelho" de Paty Augusto
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
MUITO DO QUE EU FAÇO
NÃO PENSO, ME LANÇO SEM COMPROMISSO.
VOU NO MEU COMPASSO
DANÇO, NÃO CANSO A NINGUÉM COBIÇO.
TUDO O QUE EU TE PEÇO
É POR TUDO QUE FIZ E SEI QUE MEREÇO
POSSO, E TE CONFESSO.
VOCÊ NÃO SABE DA MISSA UM TERÇO
TANTO CHORO E PRANTO
A VIDA DANDO NA CARA
NÃO OFEREÇO A FACE NEM SORRISO AMARELO
DENTRO DO MEU PEITO UMA VONTADE BIGORNA
UM DESEJO MARTELO
TANTO DESENCANTO
A VIDA NÃO TE PERDOA
TENDO TUDO CONTRA E NADA ME TRANSTORNA
DENTRO DO MEU PEITO UM DESEJO MARTELO
UMA VONTADE BIGORNA
VOU CERTO
DE ESTAR NO CAMINHO
DESPERTO.
NÃO PENSO, ME LANÇO SEM COMPROMISSO.
VOU NO MEU COMPASSO
DANÇO, NÃO CANSO A NINGUÉM COBIÇO.
TUDO O QUE EU TE PEÇO
É POR TUDO QUE FIZ E SEI QUE MEREÇO
POSSO, E TE CONFESSO.
VOCÊ NÃO SABE DA MISSA UM TERÇO
TANTO CHORO E PRANTO
A VIDA DANDO NA CARA
NÃO OFEREÇO A FACE NEM SORRISO AMARELO
DENTRO DO MEU PEITO UMA VONTADE BIGORNA
UM DESEJO MARTELO
TANTO DESENCANTO
A VIDA NÃO TE PERDOA
TENDO TUDO CONTRA E NADA ME TRANSTORNA
DENTRO DO MEU PEITO UM DESEJO MARTELO
UMA VONTADE BIGORNA
VOU CERTO
DE ESTAR NO CAMINHO
DESPERTO.
Lenine - Martelo Bigorna
domingo, 2 de novembro de 2008
Duas almas inquietas escrevendo madrugada a dentro... As linhas pretas são de Lucas de Oiveira (grande poeta, sensível, humano, ácido...) As verdes são minhas... Lu, obrigada!
A luz se apagou,
aquele pássaro incapaz de voar rasgou meu peito
pousou no seu.
Fiquei ali parada, imóvel, nada sentia, apenas olhava...
e olhava...
Só não enxergava o doce olhar do pássaro
logo havia medo, nele e em mim...
Eu queria estar naquele peito, mas não estava.
quis ser o pássaro.
não fui. morri.
Morri, pois não posso voar,
tenho asas, mas não voo..
tenho coração, mas não bate...
Quis ser o pássaro.
não fui.
E o que sou?
Já que tenho asas que não voam e um coração que não bate...
Nada
só o ouvinte mudo desse pássaro
Cego e covarde
covarde demais pra esquecer...
Aquecer o ser amanhecer
Será, saber sem sentir
Delete, esc ser, esquecer...
Ser covarde.
Enter.
Na sua alma, nas suas mãos...
Por Lara Weber e Lucas de Oliveira. Madrugada. 31/10/08. 01:48h.
aquele pássaro incapaz de voar rasgou meu peito
pousou no seu.
Fiquei ali parada, imóvel, nada sentia, apenas olhava...
e olhava...
Só não enxergava o doce olhar do pássaro
logo havia medo, nele e em mim...
Eu queria estar naquele peito, mas não estava.
quis ser o pássaro.
não fui. morri.
Morri, pois não posso voar,
tenho asas, mas não voo..
tenho coração, mas não bate...
Quis ser o pássaro.
não fui.
E o que sou?
Já que tenho asas que não voam e um coração que não bate...
Nada
só o ouvinte mudo desse pássaro
Cego e covarde
covarde demais pra esquecer...
Aquecer o ser amanhecer
Será, saber sem sentir
Delete, esc ser, esquecer...
Ser covarde.
Enter.
Na sua alma, nas suas mãos...
Por Lara Weber e Lucas de Oliveira. Madrugada. 31/10/08. 01:48h.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
São pontiagudos e sinceros...
Tão doces que chegam a enjoar...
Uma ponta ás vezes pára na garganta e é preciso respirar...
No começo dói um pouco, mas depois acostuma...
Os recolho... Por dia... Por hora e por minuto...
Surge uma lágrima do centro do olho...
A sensação é que ela arde...
Quando caem a dor é pulsante, latente...
Surgem míseras sensações de prazer e calor...
E o sentimento de perda...
O sangue corre pouco e o coração bate muito...
É impossível mensurar os danos que causam...
Mas também trazem a força, a luta, a crença...
Quando ficam, não se acomodam...
E incomodam a ponto de ter que expulsar...
Ou por choro, por grito, por palavras ou pela indiferença...
Alojam-se pensamentos de falta, de desesperança, de só, de pó...
Pensamentos de raiva, de impossibilidade, de inferioridade...
Então é melhor deixá-los assim, fora...
Por mais que apareçam e desapareçam eles sempre caem pelo chão...
Ou são transformados em sorrisos, em esperança, em paixão... Em amor...
Dando vida ao significado do ser...
E dando ao ser vida...
A vontade, a alegria, o desejo pela vida...
Então que é melhor que saiam...
Mas... Existem aqueles que devem voltar de onde vieram...
Voltar pra dentro...
Aqueles que se perderam não por vontade própria, mas porque foram roubados...
E assim que recuperados, vão pra uma taça e são bebidos com muita sede...
No começo dói um pouco, mas depois aliviam...
Esses são os mais importantes e não devem ser esquecidos nem ignorados...
Esses são a essência...
A Alma...
O sopro que traz de volta...
Assim são...
Os meus pedaços...
Tão doces que chegam a enjoar...
Uma ponta ás vezes pára na garganta e é preciso respirar...
No começo dói um pouco, mas depois acostuma...
Os recolho... Por dia... Por hora e por minuto...
Surge uma lágrima do centro do olho...
A sensação é que ela arde...
Quando caem a dor é pulsante, latente...
Surgem míseras sensações de prazer e calor...
E o sentimento de perda...
O sangue corre pouco e o coração bate muito...
É impossível mensurar os danos que causam...
Mas também trazem a força, a luta, a crença...
Quando ficam, não se acomodam...
E incomodam a ponto de ter que expulsar...
Ou por choro, por grito, por palavras ou pela indiferença...
Alojam-se pensamentos de falta, de desesperança, de só, de pó...
Pensamentos de raiva, de impossibilidade, de inferioridade...
Então é melhor deixá-los assim, fora...
Por mais que apareçam e desapareçam eles sempre caem pelo chão...
Ou são transformados em sorrisos, em esperança, em paixão... Em amor...
Dando vida ao significado do ser...
E dando ao ser vida...
A vontade, a alegria, o desejo pela vida...
Então que é melhor que saiam...
Mas... Existem aqueles que devem voltar de onde vieram...
Voltar pra dentro...
Aqueles que se perderam não por vontade própria, mas porque foram roubados...
E assim que recuperados, vão pra uma taça e são bebidos com muita sede...
No começo dói um pouco, mas depois aliviam...
Esses são os mais importantes e não devem ser esquecidos nem ignorados...
Esses são a essência...
A Alma...
O sopro que traz de volta...
Assim são...
Os meus pedaços...
Inspirado por "Insetos Interiores" de Fernando Anitelli
terça-feira, 21 de outubro de 2008
PELA VIA LÁCTEA
Tenho uma estrela chamada coração, ela tem vida própria...
É detentora de uma luz que poucos viram...
Guardo um universo dentro de mim, chamado alma...
É um universo cheio de contradições e com um profundo desejo de existir...
Explosões cósmicas que ocorrem diariamente no meu corpo...
Levam impulsos eletromagnéticos pras minhas fibras, ossos e pele...
Chuvas de um profundo brilho ocorrem pelos meus olhos...
Mas nele também, há um buraco negro, denso, pesado...
Meteoros gigantescos de sensações, sentimentos intensos que reverberam nas minhas articulações...
É o meu corpo celeste que cai...
Sou controlada pelas minhas luas...
Tenho vários e vários cometas de pensamentos...
Galáxias e Galáxias de medos nebulosos...
O fenômeno que desalinhou o meu sistema solar, rotação e translação trocam constantemente de lugar...
Tudo isso porque era uma estrela cadente que rompia o céu no momento em que eu olhava...
Mas não pro céu, para os seus olhos...
É detentora de uma luz que poucos viram...
Guardo um universo dentro de mim, chamado alma...
É um universo cheio de contradições e com um profundo desejo de existir...
Explosões cósmicas que ocorrem diariamente no meu corpo...
Levam impulsos eletromagnéticos pras minhas fibras, ossos e pele...
Chuvas de um profundo brilho ocorrem pelos meus olhos...
Mas nele também, há um buraco negro, denso, pesado...
Meteoros gigantescos de sensações, sentimentos intensos que reverberam nas minhas articulações...
É o meu corpo celeste que cai...
Sou controlada pelas minhas luas...
Tenho vários e vários cometas de pensamentos...
Galáxias e Galáxias de medos nebulosos...
O fenômeno que desalinhou o meu sistema solar, rotação e translação trocam constantemente de lugar...
Tudo isso porque era uma estrela cadente que rompia o céu no momento em que eu olhava...
Mas não pro céu, para os seus olhos...
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
É o que pulsa o meu sangue quente
É o que faz meu animal ser gente
É o meu compasso mais civilizado e controlado
Estou deixando o ar me respirar
Bebendo água pra lubrificar
Mirando a mente em algo producente
Meu alvo é a paz
Vou carregar de tudo vida afora
Marcas de amor, de luto e espora
Deixo alegria e dor ao ir embora
Amo a vida a cada segundo
Pois pra viver eu transformei meu mundo
Abro feliz o peito
É meu direito!
É o que faz meu animal ser gente
É o meu compasso mais civilizado e controlado
Estou deixando o ar me respirar
Bebendo água pra lubrificar
Mirando a mente em algo producente
Meu alvo é a paz
Vou carregar de tudo vida afora
Marcas de amor, de luto e espora
Deixo alegria e dor ao ir embora
Amo a vida a cada segundo
Pois pra viver eu transformei meu mundo
Abro feliz o peito
É meu direito!
Compasso
(Ricardo MacCord / Angela Ro Rô)
(Ricardo MacCord / Angela Ro Rô)
terça-feira, 14 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Odeio o modo como você fala comigo,
E o modo como você corta o seu cabelo,
Odeio o modo como você dirige meu carro,
E odeio quando você me encara,
Odeio suas enormes botas de combate,
E o modo como você lê a minha mente,
Odeio tanto que isso me deixa doente,
E até me faz rimar,
Eu odeio...
Odeio o modo como você está sempre certo,
E odeio quando você mente,
Eu odeio quando você me faz rir,
E mais ainda quando me faz chorar,
Eu odeio quando você não está por perto,
E o fato de não me ligar,
Mas mais que tudo,
Odeio o fato de não conseguir te odiar
Nem um pouco,
Nem por um segundo,
Nem mesmo só por te odiar.
Do filme: 10 coisas que eu odeio em você.
E o modo como você corta o seu cabelo,
Odeio o modo como você dirige meu carro,
E odeio quando você me encara,
Odeio suas enormes botas de combate,
E o modo como você lê a minha mente,
Odeio tanto que isso me deixa doente,
E até me faz rimar,
Eu odeio...
Odeio o modo como você está sempre certo,
E odeio quando você mente,
Eu odeio quando você me faz rir,
E mais ainda quando me faz chorar,
Eu odeio quando você não está por perto,
E o fato de não me ligar,
Mas mais que tudo,
Odeio o fato de não conseguir te odiar
Nem um pouco,
Nem por um segundo,
Nem mesmo só por te odiar.
Do filme: 10 coisas que eu odeio em você.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Eu moro no mundo, eu moro em mundo nenhum...
Eu moro em qualquer lugar...
Me faço entre fendas...
Choro cada riso, e riu cada choro...
Levanto e cresço a cada tombo...
Moro em cada coração, e cada coração é a minha casa...
Aprendo com cada sorriso, riso, gargalhada...
Alegriando cada momento, aliviando toda a dor...
Não importa o preço que eu pague, o meu negócio é viver...
E quero vive-lo a cada vão momento...
Quero e vou...
Me desfaço e me reconstruo...
Eu canto cada música, e sinto qualquer dor...
Sempre penso que podia ser melhor... E que podia ser muito pior...
Me faço em cada abraço, em cada beijo dado com afeto...
Em cada palavra livre de máscaras e dada de bom grado...
Me faço por amor... pela vida...
Me faço porque apareço, porque existo, porque acredito...
E sobretudo, porque sinto...
09/09/08
Eu moro em qualquer lugar...
Me faço entre fendas...
Choro cada riso, e riu cada choro...
Levanto e cresço a cada tombo...
Moro em cada coração, e cada coração é a minha casa...
Aprendo com cada sorriso, riso, gargalhada...
Alegriando cada momento, aliviando toda a dor...
Não importa o preço que eu pague, o meu negócio é viver...
E quero vive-lo a cada vão momento...
Quero e vou...
Me desfaço e me reconstruo...
Eu canto cada música, e sinto qualquer dor...
Sempre penso que podia ser melhor... E que podia ser muito pior...
Me faço em cada abraço, em cada beijo dado com afeto...
Em cada palavra livre de máscaras e dada de bom grado...
Me faço por amor... pela vida...
Me faço porque apareço, porque existo, porque acredito...
E sobretudo, porque sinto...
09/09/08
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Refletiu a luz divina
em todo seu esplendor
vem do reino de Oxalá
Onde há paz e amor
Luz que refletiu na terra
Luz que refletiu no mar
Luz que veio, da Aruanda
Para tudo iluminar
A Umbanda é paz e amor
É um mundo cheio de luz
É força que nos dá vida
e a grandeza nos conduz.
Avante filhos de fé,
Como a nossa lei não há,
Levamos ao mundo inteiro
A Bandeira de Oxalá !
Levamos ao mundo inteiro
A Bandeira de Oxalá !
Hino da Umbanda
Epahei!
Kowô Kobyesile
Odioá! Odô-fe-iabá!
terça-feira, 1 de julho de 2008
Hoje acordei e apenas um pensamento tive...
Que nos teus braços é onde me encontro e quero estar...
Neste momento...
Não quero tuas palavras, nem teus pensamentos...
Deixe-os pra depois...
Quero apenas o silêncio do teu abraço...
E o teu olhar firme e sincero...
Quero apenas sentir-te perto...
Mesmo que longe...
Tive a sensação de paz...
Mas ainda tenho medo...
Que é tão grande, que nem podes notar...
Sinto-me bem agora, como a tempos não me sentia...
Não quero que vás... Não quero que acabe...
Nem nossas horas, nem minutos...
Sinto-me bem agora, assim como nos teus braços eu estaria...
01/07/08
Que nos teus braços é onde me encontro e quero estar...
Neste momento...
Não quero tuas palavras, nem teus pensamentos...
Deixe-os pra depois...
Quero apenas o silêncio do teu abraço...
E o teu olhar firme e sincero...
Quero apenas sentir-te perto...
Mesmo que longe...
Tive a sensação de paz...
Mas ainda tenho medo...
Que é tão grande, que nem podes notar...
Sinto-me bem agora, como a tempos não me sentia...
Não quero que vás... Não quero que acabe...
Nem nossas horas, nem minutos...
Sinto-me bem agora, assim como nos teus braços eu estaria...
01/07/08
sexta-feira, 9 de maio de 2008
É lamina fria, num dia de sol...
Fina, navalha...
Corta minha carne, faz cair o sangue...
Que pulsa, que ferve...
A carne se rompe lentamente, um gemido de dor...
Não posso ir mais fundo...
Algo me interrompe, meus ossos sólidos, tórridos...
Já há muito sangue no chão...
Vermelho e quente...
Já quase não enxergo, está escuro...
Meus joelhos fraquejam, e eu caio...
Sinto o sangue q tinge minhas roupas, ainda está quente...
Agora meu rosto está no chão, sinto o gosto do meu próprio sangue...
Já não vejo mais nada.
Não, não é suicídio...
São apenas meus próprios sentimentos vivos e frenéticos
Que dominam meu corpo e estagna a minha mente...
Meu coração já não bate no peito...
Mas sim, em todas as partes do meu corpo...
Na cabeça, nas coxas, nas costas, no sexo...
Já não posso mais...
Me entrego...
08/05/08
Fina, navalha...
Corta minha carne, faz cair o sangue...
Que pulsa, que ferve...
A carne se rompe lentamente, um gemido de dor...
Não posso ir mais fundo...
Algo me interrompe, meus ossos sólidos, tórridos...
Já há muito sangue no chão...
Vermelho e quente...
Já quase não enxergo, está escuro...
Meus joelhos fraquejam, e eu caio...
Sinto o sangue q tinge minhas roupas, ainda está quente...
Agora meu rosto está no chão, sinto o gosto do meu próprio sangue...
Já não vejo mais nada.
Não, não é suicídio...
São apenas meus próprios sentimentos vivos e frenéticos
Que dominam meu corpo e estagna a minha mente...
Meu coração já não bate no peito...
Mas sim, em todas as partes do meu corpo...
Na cabeça, nas coxas, nas costas, no sexo...
Já não posso mais...
Me entrego...
08/05/08
Meu coração tá pequenino do tamanho de um botão...
Onde foi que o guardei? O meu coração...
É uma rosa bem vermelha... e bem bonita...
Porque você vem e não fica?
O meu amor é eterno... Eterno pela vida...
Entre idas e vindas... Estou aqui...
Olhando pra cima... Com lágrimas nos olhos...
Sem esperança o que seria de mim?
Mas, porque ainda dói?
É do sorriso mais sincero...
Que vem a lágrima mais profunda...
É das palavras não ditas e outras esquecidas
Que vem a saudade fria...
É pelos meus olhos que vejo o brilho...
É por eles que vejo também a saudade...
Saudade...
Que pára o tempo e congela o sentimento...
Que para o tempo é só indiferença...
Sozinha...
Onde foi que o guardei? O meu coração...
É uma rosa bem vermelha... e bem bonita...
Porque você vem e não fica?
O meu amor é eterno... Eterno pela vida...
Entre idas e vindas... Estou aqui...
Olhando pra cima... Com lágrimas nos olhos...
Sem esperança o que seria de mim?
Mas, porque ainda dói?
É do sorriso mais sincero...
Que vem a lágrima mais profunda...
É das palavras não ditas e outras esquecidas
Que vem a saudade fria...
É pelos meus olhos que vejo o brilho...
É por eles que vejo também a saudade...
Saudade...
Que pára o tempo e congela o sentimento...
Que para o tempo é só indiferença...
Sozinha...
quinta-feira, 24 de abril de 2008
É aquela mesma sensação de tempo atrás
È piso firme
Mas eu flutuo
Sinto que já não há o que fazer
A não ser deixar acontecer
O azul do céu está intenso
Assim como o castanho dos meus olhos
Já não é mais frio
É medo
Já não sinto mais dor
Só arder
Escurece o dia e cai a noite
Laranja, amarelo, azul, azul...
A branca lua ainda não veio
Minha pele escura reflete a luz
A pálida luz
23/04/08
È piso firme
Mas eu flutuo
Sinto que já não há o que fazer
A não ser deixar acontecer
O azul do céu está intenso
Assim como o castanho dos meus olhos
Já não é mais frio
É medo
Já não sinto mais dor
Só arder
Escurece o dia e cai a noite
Laranja, amarelo, azul, azul...
A branca lua ainda não veio
Minha pele escura reflete a luz
A pálida luz
23/04/08
É um fino traço de sangue
Tinge com púrpura o meu corpo
O sangue vivo dilacera os sentido e acalma a alma
É o mesmo sangue que faz pulsar
E faz parar
É o sangue que me faz suspirar
É o sangue que me faz sonhar
É o sangue que me faz sentir
Tudo aquilo que desejo
O sangue que rompe a pele
E que fica na ponta da agulha
O sangue que transborda calor
Calor que vem da carne
Sangue que corre num ritmo frenético
E interrompe o fluxo dos pensamentos
Sangue que cai
Sangue que esvai
E o sangue que me faz viver
Tudo aquilo que desejo...
23/04/08
Tinge com púrpura o meu corpo
O sangue vivo dilacera os sentido e acalma a alma
É o mesmo sangue que faz pulsar
E faz parar
É o sangue que me faz suspirar
É o sangue que me faz sonhar
É o sangue que me faz sentir
Tudo aquilo que desejo
O sangue que rompe a pele
E que fica na ponta da agulha
O sangue que transborda calor
Calor que vem da carne
Sangue que corre num ritmo frenético
E interrompe o fluxo dos pensamentos
Sangue que cai
Sangue que esvai
E o sangue que me faz viver
Tudo aquilo que desejo...
23/04/08
terça-feira, 22 de abril de 2008

É algo dentro de mim que se quebra
È um medo absurdo
São palavras e palavras que tenho que decifrar
São olhos e olhares que me perdem e que me prendem
São mãos e luvas
È a hora que não passa
E a que passa
Me vejo indo, mas nunca sei pra onde
Me perdendo e me achando
È a pele que arrepia
É a boca que é calada
É a mesma chuva fina e disforme
O pulso do meu coração alterna
Entre ser ou não ser
Ou não será essa a questão?
È meu corpo que me leva a dormir, pra poder sonhar
E o mesmo corpo me leva à agonia de acordar
Já pensei em tudo
Mas não achei a resposta
Do porque uma vida se encontra com a outra se não podem ser entrelaçadas...
È um medo absurdo
São palavras e palavras que tenho que decifrar
São olhos e olhares que me perdem e que me prendem
São mãos e luvas
È a hora que não passa
E a que passa
Me vejo indo, mas nunca sei pra onde
Me perdendo e me achando
È a pele que arrepia
É a boca que é calada
É a mesma chuva fina e disforme
O pulso do meu coração alterna
Entre ser ou não ser
Ou não será essa a questão?
È meu corpo que me leva a dormir, pra poder sonhar
E o mesmo corpo me leva à agonia de acordar
Já pensei em tudo
Mas não achei a resposta
Do porque uma vida se encontra com a outra se não podem ser entrelaçadas...
21/04/08
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Não, ele não vai mais dobrar
Pode até se acostumar
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir
Foi escolher o mau-me-quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pôde se entregar
E agora vai ter de pagar com o coração
Olha lá, ele não é feliz
Sempre diz
Que é do tipo cara valente
Mas, veja só
A gente sabe
Esse humor é coisa de um rapaz
Que sem ter proteção
Foi se esconder atrás
Da cara de vilão
Então, não faz assim, rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai, não
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só
Um jeito de viver na pior
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só
Um jeito de viver nesse mundo de mágoas
Pode até se acostumar
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir
Foi escolher o mau-me-quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pôde se entregar
E agora vai ter de pagar com o coração
Olha lá, ele não é feliz
Sempre diz
Que é do tipo cara valente
Mas, veja só
A gente sabe
Esse humor é coisa de um rapaz
Que sem ter proteção
Foi se esconder atrás
Da cara de vilão
Então, não faz assim, rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai, não
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só
Um jeito de viver na pior
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só
Um jeito de viver nesse mundo de mágoas
domingo, 6 de abril de 2008

Quando você piscou por mim o aroma
Me despertou de um estado de coma
Quando você partiu pra mim o embaraço
Deu ferrugem nos meus nervos de aço
Meus olhos de raio x cegaram de medo...
Pois tua alma é de chumbo e segredo
Quando você ciscou por mim, indecisa
Eu fui a razão do riso da Monalisa
Quando você sorriu pra mim um beijo
Na hora "H" foi como detonar a bomba do meu desejo
Meus olhos de raio x cegaram de medo
Pois tua alma é de chumbo e segredo
Meus olhos,
Meus olhos,
Meus olhos...
Meus olhos de raio x...
Lenine - O Homem dos olhos de raio x
terça-feira, 11 de março de 2008

Eu levo essa canção de amor dançante pra você lembrar
de mim, seu coração lembrar de mim
na confusão do dia-a-dia no sufoco de uma dúvida,
na dor de qualquer coisa
É só tocar essa balada de swing inabalável que é o
oásis do amor
Eu vou dizendo na sequência bem clichê
eu preciso de você
E força antiga do espírito virando convivência de
amizade apaixonada
Sonho, sexo, paixão
Vontade gêmea de ficar e não pensar em nada
Planejando pra fazer acontecer ou simplesmente
refinando essa amizade
Eu vou dizendo na sequência bem clichê
eu preciso de você
Mesmo que a gente se separe por uns tempos ou quando
você quiser lembrar de mim
Toque a balada do amor inabalável
swing de amor nesse planeta
Mesmo que a gente se separe por uns tempos ou quando
você quiser lembrar de mim
Toque a balada seja antes ou depois,
eterna Love Song de nós dois
Leva essa canção de amor dançante pra você lembrar de
mim, seu coração lembrar de mim
Na confusão do dia-a-dia no sufoco de uma dúvida,
Na dor de qualquer coisa...
Skank - Balada Do Amor InabaláVel
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