quarta-feira, 22 de abril de 2009

Amor, amar, amado.
O amado que amava a amada, que amava outro amado, o primeiro amado que não era amado pela amada, mas era amado por outra amada. A amada que amava o amado que não amava...
Afinal, cadê o amor? Se se ama mas não o tem...
Se escondeu? Fugiu ou morreu?
Cadê o amor? Se perdeu? Não se achou...
Porque o amor não se encontra? Já que nessas letras se ama tanto?
Porque quem ama não pode amar quem ama?
O amor prega peça, é bicho malvado, criança travessa.
Acho que o cúpido ficou bravo porque ninguém ama o amor, só ama o amado que amava a amada, que amava outro amado, o primeiro amado que não era amado pela amada, mas era amado por outra amada. A amada que amava o amado que não amava...
Então cúpido ficou bravo pois viu o amor triste e quis vingá-lo. Mandou flechas tortas regadas de desencontros que não nos deixam usar a razão e deixou pra nós, seres movidos de amor, a difícil e árdua tarefa de encontrar o caminho que leve ao amado amar a amada e a amada amar o amado e assim o amor será finalmente amado...

Um comentário:

  1. Isso é uma verdade irrefutável!!!

    Só não queria ser uma das personagens desse texto...

    Mas o tempo passa e sempre resolve tudo, até os problemas do amado que amava a amada e era amado por outra amada...

    Em breve encontraremos novos caminhos. Pelo menos é no que quero e preciso crer para continuar caminhando...

    Beijos, flor!

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